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> Campo Grande / Acidente

Publicado em: 20/10/2020 - 17:48:29

Justiça mantém preso advogado que matou PM

O juiz plantonista Thiago Nagasawa Tanaka converteu em preventiva a prisão em flagrante do advogado Helder da Cunha Rodrigues, 38 anos, que matou o soldado da Polícia Militar Luciano Abel de Carvalho Nunes, 29 anos, em acidente de trânsito. O caso foi registrado por volta das 4h de ontem (19), no cruzamento sinalizado da Avenida Ministro João Arinos com a Centaurea, no Bairro Cidade Jardim, em Campo Grande.


A defesa havia entrado com pedido de liberdade provisória sem fiança para o advogado, solicitando a aplicação de medidas cautelares para impedir a disseminação da covid-19. 


Segundo o juiz, pelas condições do delito, praticado sob o estado de embriaguez, sem a habilitação para a categoria específica, aliado a tentativa de fuga, não é recomendável, no momento, a concessão de liberdade provisória.



“O fato do autuado haver cometido o homicídio em total estado de embriaguez, sem habilitação  para a categoria do veículo que conduzia, aliado ao fato de ser pessoa operadora do direito, conhecer das leis, tal fato, causou comoção social, de modo  que infiro não ser recomendável a concessão de medidas cautelares mais brandas”, decidiu o juiz.



Caso - Luciano seguia numa motocicleta Yamaha XJ6, quando foi atingido pelo Chevrolet Cobalt dirigido pelo advogado. Depois da pancada, tanto o corpo da vítima quanto o carro foram parar no canteiro central da Avenida Ministro João Arinos, na saída para Três Lagoas. O Corpo de Bombeiros foi acionado, tentou reanimar a vítima, mas sem sucesso.



Após o acidente, Helder se apresentou como advogado para uma testemunha e, na sequência fugiu a pé. Ele foi preso momentos depois em abordagem da polícia. O advogado foi submetido ao teste do bafômetro e o resultado foi de 0,76 miligramas de álcool por litro de ar expelido dos pulmões. Ele está numa sala especial para advogados do Presídio Militar. - CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

Segundo o juiz, pelas condições do delito, praticado sob o estado de embriaguez, sem a habilitação para a categoria específica, aliado a tentativa de fuga, não é recomendável, no momento, a concessão de liberdade provisória.


“O fato do autuado haver cometido o homicídio em total estado de embriaguez, sem habilitação  para a categoria do veículo que conduzia, aliado ao fato de ser pessoa operadora do direito, conhecer das leis, tal fato, causou comoção social, de modo  que infiro não ser recomendável a concessão de medidas cautelares mais brandas”, decidiu o juiz.


Caso - Luciano seguia numa motocicleta Yamaha XJ6, quando foi atingido pelo Chevrolet Cobalt dirigido pelo advogado. Depois da pancada, tanto o corpo da vítima quanto o carro foram parar no canteiro central da Avenida Ministro João Arinos, na saída para Três Lagoas. O Corpo de Bombeiros foi acionado, tentou reanimar a vítima, mas sem sucesso.


Após o acidente, Helder se apresentou como advogado para uma testemunha e, na sequência fugiu a pé. Ele foi preso momentos depois em abordagem da polícia. O advogado foi submetido ao teste do bafômetro e o resultado foi de 0,76 miligramas de álcool por litro de ar expelido dos pulmões. Ele está numa sala especial para advogados do Presídio Militar. 


Movimentação de policiais e peritos no local onde aconteceu o acidente com morte na madrugada desta segunda-feira (19) (Foto: Henrique Kawaminami) 




 

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