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Publicado em: 15/05/2018 - 07:57:28

MS:PF mira traficantes que lavavam dinheiro com doleiro

A Polícia Federal de Curitiba (PR) deflagrou nesta manhã a Operação Efeito Dominó, desdobramento da Operação Espectrum realizada no ano passado, que desarticulou quadrilha do tráfico de internacional de drogas e lavagem de dinheiro chefiada por Luiz Carlos da Rocha, o Cabeça Branca, um dos maios fornecedores de entorpecentes da América do Sul.


A ação mira alvos em Campo Grande e Dourados, onde deve haver prisões, além de Amambai, bem como em outras oito cidades nos estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará, Paraíba, Distrito Federal e São Paulo. Ao todo, 90 policiais cumprem 18 mandados de busca e apreensão, cinco de prisão preventiva e três de prisão temporária.


Segundo nota divulgada pela PF, durante a investigação foi possível identificar uma complexa e organizada estrutura destinada à lavagem de recursos provenientes do tráfico internacional de entorpecentes. De um lado, “clientes doleiros” tinham a necessidade de grande volume de reais em espécie para o pagamento de propinas e de outro, traficantes internacionais como Cabeça Branca tinham disponibilidade de recursos em moeda nacional e necessitavam de dólares para efetuar as transações com fornecedores de cocaína.


Dentro das estruturas investigadas neste caso, verificou-se a atuação concreta e direta de dois operadores financeiros (doleiros) já conhecidos de operações anteriores da Polícia Federal – Operação Farol da Colina (Caso Banestado) e Operação Lava Jato. Ambos foram alvos de tais investigações pelas práticas dos mesmos crimes ora investigados.


Quanto ao operador financeiro já investigado na Lava Jato, chama atenção o fato de ter retornando às suas atividades ilegais mesmo tendo firmado acordo de colaboração premiada com a Procuradoria Geral da República (PGR), posteriormente homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A PGR e o STF serão comunicados sobre a prisão do réu para avaliação quanto à quebra do acordo firmado.


O trabalho tem o objetivo de reunir informações complementares da prática dos crimes de lavagem de dinheiro, contra o Sistema Financeiro Nacional, organização criminosa e associação para o tráfico internacional de entorpecentes.


A denominação “Efeito Dominó” é uma alusão ao fato de existir um efeito em cascata no tráfico pois, por se tratar de crime que visa lucro, o dinheiro ilícito amealhado, especialmente no grande volume identificado nesta operação, necessita de forte estrutura de lavagem de dinheiro, consistente na movimentação de recursos em espécie no país com a intervenção de operadores financeiros.


A referência também se baseia na identificação dos procedimentos sobrepostos de lavagem de dinheiro identificados, sempre com o objetivo de ocultar a origem e o real beneficiário dos recursos provenientes do tráfico internacional de drogas. Os presos serão conduzidos à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde permanecerão à disposição da Justiça Federal.


 


A Polícia Federal de Curitiba (PR) deflagrou nesta manhã a Operação Efeito Dominó, desdobramento da Operação Espectrum realizada no ano passado, que desarticulou quadrilha do tráfico de internacional de drogas e lavagem de dinheiro chefiada por Luiz Carlos da Rocha, o Cabeça Branca, um dos maios fornecedores de entorpecentes da América do Sul.


A ação mira alvos em Campo Grande e Dourados, onde deve haver prisões, além de Amambai, bem como em outras oito cidades nos estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará, Paraíba, Distrito Federal e São Paulo. Ao todo, 90 policiais cumprem 18 mandados de busca e apreensão, cinco de prisão preventiva e três de prisão temporária.


Segundo nota divulgada pela PF, durante a investigação foi possível identificar uma complexa e organizada estrutura destinada à lavagem de recursos provenientes do tráfico internacional de entorpecentes. De um lado, “clientes doleiros” tinham a necessidade de grande volume de reais em espécie para o pagamento de propinas e de outro, traficantes internacionais como Cabeça Branca tinham disponibilidade de recursos em moeda nacional e necessitavam de dólares para efetuar as transações com fornecedores de cocaína.


Dentro das estruturas investigadas neste caso, verificou-se a atuação concreta e direta de dois operadores financeiros (doleiros) já conhecidos de operações anteriores da Polícia Federal – Operação Farol da Colina (Caso Banestado) e Operação Lava Jato. Ambos foram alvos de tais investigações pelas práticas dos mesmos crimes ora investigados.


Quanto ao operador financeiro já investigado na Lava Jato, chama atenção o fato de ter retornando às suas atividades ilegais mesmo tendo firmado acordo de colaboração premiada com a Procuradoria Geral da República (PGR), posteriormente homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A PGR e o STF serão comunicados sobre a prisão do réu para avaliação quanto à quebra do acordo firmado.


O trabalho tem o objetivo de reunir informações complementares da prática dos crimes de lavagem de dinheiro, contra o Sistema Financeiro Nacional, organização criminosa e associação para o tráfico internacional de entorpecentes.


 


A denominação “Efeito Dominó” é uma alusão ao fato de existir um efeito em cascata no tráfico pois, por se tratar de crime que visa lucro, o dinheiro ilícito amealhado, especialmente no grande volume identificado nesta operação, necessita de forte estrutura de lavagem de dinheiro, consistente na movimentação de recursos em espécie no país com a intervenção de operadores financeiros.


A referência também se baseia na identificação dos procedimentos sobrepostos de lavagem de dinheiro identificados, sempre com o objetivo de ocultar a origem e o real beneficiário dos recursos provenientes do tráfico internacional de drogas. Os presos serão conduzidos à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde permanecerão à disposição da Justiça Federal.


Foto: Divulgação




 

Correio do Estado / Camapuã News

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