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Publicado em: 24/01/2013 - 18:03:53

Qual é o seu amor: o de Jesus ou o de Pilatos?

            Vivemos em um mundo cheio de nuances que desafia o ser humano a cada momento. A cada dia vemos surgir ou passar em nossas vidas fatos que nos coloca diante de uma tremenda indecisão: acompanhar o que Jesus pregou ou o que Pilatos pregava.


            Ser convencional, fraterno e amoroso ao ser humano, aos nossos irmãos, amando-os incondicionalmente, sejam ricos ou pobres, letrados ou humildes, nas diversidades das cores da pele, tratando-os como irmãos e contribuindo para que todos vivam em um mundo de paz e bem, de amor a Deus e aos homens, de igualdade e respeito. Assim Deus enviou seu filho Jesus Cristo, para nos ensinar e deixar o legado de que, perante Deus, nos somos todos iguais e Deus ama a todos de forma igual e incondicional. Assim é o amor de Jesus.


            Já Pilatos e sua trupe, secular seguidores dos governantes passados e dos demais governantes de então, já tinha amor incondicional não pelo amor e fraternidade ao povo, mas sim, seu amor era incondicional ao poder governamental, à soberania de suas ordens, à subserviência de seus servos, à força de seus soldados. Para Pilatos, a arrogância e a prepotência era o fundamento do poder, da força e da pujança dos seus.


            As escrituras sagradas mostram que naquele tempo os governantes se consideravam deuses e esteados em seus exércitos e seguidores privilegiados, mandavam e determinavam o que era certo e o que era errado, através dos conselhos de doutores da lei. Eles se consideravam e agiam como se realmente fosse Deus.


            Não obstante uma plêiade de profetas, desde Moisés até João Batista, anunciarem que o “Filho do Homem” (como era muitas vezes chamado o Filho de Deus) nasceria de um homem e de uma mulher que estaria no meio do povo.


            É lógico que jamais aqueles poderosos admitiriam que surgissem, de forma discreta e sem alarde, qualquer pessoa que ameaçasse os seus poderes sobre massa popular. Eles não entendiam que o poder Deus, através do nascimento de Jesus Cristo, viesse de forma simples e humilde, de um casal que não tinha posses e que não fazia parte do círculo da alta sociedade de então.


            Quando Jesus nasceu, os três reis magos, seguindo a estrela guia, localizaram-no e o adoraram, honrando–o com presentes: ouro, incenso e mirra. Eles tinham amor verdadeiro pelo “Filho do Homem”.


            Já Pilatos, insatisfeito como Jesus Cristo veio ao mundo, sem comunicação prévia direta à sua pessoa, ousou contratar soldados para fazer um “arrastão” e matar todas as crianças nascidas em determinado período, no intuito de assim garantir o seu reino e poder. Ele tinha o falso amor, o amor ao poder e ao dinheiro. Ele não aceitava que o mundo recebesse um rei que não fosse ele.


            Jesus nasceu, cresceu e sobreviveu a todas as investidas dos poderosos de então, e mais ainda, às investidas do Satanás na tentativa de levá-lo ao cometimento de erros contra o povo. Sábio, filho de Deus Pai, Jesus enfrentou com humildade, sapiência e respeito todos os doutores da lei.


            A mando de Deus, arrebanhou os doze apóstolos, foi batizado por João Batista, fez fantásticas pregações, falava por parábolas dando exemplo de todas as situações, curou enfermos como mudos, surdos, cegos, paralíticos, coxos e portadores de doenças incuráveis, ressuscitou mortos e enfrentou de cabeça erguida os poderosos de então.


            Viveu humildemente e não se deixou levar pela força e dinheiro. Sofreu humilhações, mas fez alegria da população menos favorecida. Calava os doutores da lei quando por eles questionados. Não ofendia ninguém, mas exalava pureza em gestos, harmonia de maciez na voz, que ninguém o contestava. Era o mais sábio dos sábios.


            Por fim, chegada a sua hora de deixar o mundo, entregou-se sem resistência aos poderosos, para morrer na cruz e derramar seu sangue para salvar a humanidade, como previsto pelos profetas.  Morreu, foi sepultado e ressuscitou dos mortos, também para que fosse cumprida a palavra, depois subiu aos céus.


            Mas, diferentemente dos poderosos de então, aos 2013 anos de seu nascimento, continua firme no meio de nós. É o mais poderoso que já passou pela terra, embora não tenha sido governante e nem milionário. SEU PODER É DE DEUS, É DO AMOR E DA FRATERNIDADE.


            No mundo atual


            Hoje, agora mesmo em 2013, qual é o amor que você tem, o de Jesus Cristo ou o de Pilatos? O amor à vida e aos irmãos ou o amor ao dinheiro e ao poder?


            Em um mundo de guerras e maledicências, de descrença e de massacre dos mais fortes sobre os menos fortes, onde a luta pelo poder político e financeiro tornou-se tão corriqueiro que até mesmo parte da população continua cega.


            No Brasil, o poder político assusta a população diante da violenta corrupção que assola o país inteiro. A cada dia os noticiários divulgam o roubo, apropriação, desvio e descaso com o dinheiro público por parte dos governantes.


            Pior é que os corruptos às vezes são condenados, entretanto, o poder dos poderosos se mantém, já que nem um dos condenados permanece preso. Aliás, sequer são presos. A justiça condena, mas a própria justiça os absolve da prisão. É um mau exemplo para a sociedade brasileira. Traz descrença da população nas nossas mais altas instituições.


            Será que os políticos de hoje que roubam o dinheiro público, praticam a corrupção, ou aqueles que acomunados com empresas privadas e empresários desonestos, praticam o amor de Jesus Cristo ou o amor de Pilatos?


            Será que o governante que desvia recursos da saúde e da educação, matando milhares de crianças por falta de atendimento médico/hospitalar pratica o amor de Jesus Cristo ou o amor de Pilatos?


            Será que o médico que recebe o dinheiro do plantão médico e não comparece, matando inocentes, pratica o amor de Jesus Cristo ou o amor de Pilatos?


            Será que os religiosos que se enriquecem às custas dos fiéis (dízimos), praticam o amor de Jesus Cristo ou o amor de Pilatos?


            Será que os políticos que recebem dinheiro de forma injusta e ilegal, seja diretamente ou através de empresários inescrupulosos, praticam o amor de Jesus Cristo ou o amor de Pilatos?


Por Etevaldo Vieira de Oliveira*


           Será que os empresários que se enriquecem às custas de dinheiro público e de  políticos corruptos, aumentando preços e fraudando documentos, praticam o amor de Jesus Cristo ou o amor de Pilatos?


            Se tiver coragem e paciência analise bem este artigo. Tire suas conclusões.


            VOCÊ ESTÁ SENDO ÚTIL OU INÚTIL À SOCIEDADE EM QUE VIVE? 


    SE VOCÊ SE INTITULA CRISTÃO, VOCÊ PRATICA O AMOR DE JESUS CRISTO?


* É jornalista, escritor, contador e advogado pós graduado em Direito Público.



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