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Publicado em: 20/05/2011 - 16:11:27

Editorial: Dinheiro é tudo? Pense.

O tema da Campanha da Fraternidade de 2010, que está sendo discutido em todo o Brasil, através de ação da Igreja Católica, traz assuntos de grande relevância para a sociedade brasileira.

Quem participa efetivamente das discussões ou lê com atenção os comentários e leituras bíblicas mencionados ou estudados, percebe que desde o antigo testamento já existia os egoístas, os gananciosos, os descrentes, os cobradores de impostos, assim como os que usufruíam dos mais fracos para garantir o seu poder econômico e político.

Hoje, o problema é que essa categoria de pessoas aumentou muito, e, com a tecnologia hoje existente, suas ações nefastas são perceptíveis na prática, mas imperceptível quanto as provas. Isso está patente nas poucas vezes que a justiça consegue provar, como no caso do governo de Brasília, onde governadores e deputados se uniram para governar para eles e não para o povo.

Uma coisa é certa, ninguém pratica corrupção sozinho. Em matéria de administração pública é toda uma engrenagem que entra em ação. No mínimo há conivência ou vista grossa dos operadores ou gestores, ou ainda dos fiscalizadores ou de quem deveria fiscalizar.

Não há como acreditar que um prefeito, por exemplo, faça corrupção sem a conivência ou omissão dos vereadores. Estes são os fiscais (ou deveriam ser), tem livre acesso a documentos, tem poder investigatório, tem força de cobrar, se não faz é porque não tem competência, coragem, ou pior ainda, não quer se comprometer. Entretanto, quando pediu votos se comprometeu perante o eleitorado, convencendo-o de que seria bom para o município. O mesmo ocorre nas esferas superiores de governos.

A Campanha da Fraternidade, com o tema “Você não pode servir a Deus e ao dinheiro” trouxe uma grande alerta à população, para que esta assuma o seu papel na sociedade, opinando, brigando por seus direitos, denunciando o que vê errado e colaborando para a solução dos problemas.

Estamos num momento difícil, onde o próprio sistema oferece poucas chances de crescimento econômico ou melhoras nas condições de vida da população.

A população tem que ficar atenta, acompanhar a ação de seus administradores, desde as ações políticas até o seu crescimento patrimonial, pois o dinheiro público pode estar sendo investido em benefícios próprios.

Para reflexão, deixo aqui alguns questionamentos:

1 – Você confia nos políticos de sua cidade?

2 – Você votaria de novo no político que votou nas últimas eleições?

3 – Você conhece alguém que melhorou de vida depois que assumiu cargo na administração pública?

4 – Você conhece político que faz o que prometeu em campanha?

É sabido, e provado, que a maioria das pessoas, principalmente políticos, que roubam dinheiro público, que na verdade é dinheiro do povo, mais cedo ou mais tarde pagam pelo que fez, seja através da justiça da terra ou justiça de Deus.

- Quantas pessoas morrem por falta de recursos médicos?


- Quantas crianças morrem desnutridas ou doentes por falta de assistência pública?


- Quantos aparelhos médicos faltam nos hospitais e postos de saúde, que se estivessem lá poderiam salvar vidas?

Pense nisso!







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